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George Christian Vilela PereiraSome Instrumental Pieces for Guitar & Other Instruments (BR4-2011)

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Improvisação e composição – Salvador, Brasil.
Improvisation and composition – Salvador, Brazil.

Autor/Author: George Christian Vilela Pereira

Capa/Cover: “Some Instrumental Pieces for Guitar & Other Instruments”

Faixas/Tracks:
01 Nightly Warmth: Written and performed by George Christian in November, 2010.
02 Arabic Tinges: Written & performed by George Christian in June, 2011.
03 Se Fazendo em Corpo: Original composition by Bruno Nobru, performed by Bruno Nobru & George Christian in July, 2011.
04 Noites Telegráficas: Original composition by George Christian, performed by George Christian & Bruno Nobru in July/August, 2011.
05 Wanderlust: Written & performed by George Christian in July, 2010. Mastered by Leo Moura in July, 2010.
06 Pássaros na Minha Garganta: Written & performed by George Christian in February, 2011.

Produzido, gravado e mixado por George Christian Vilela Pereira, exceto onde indicado em *, por George Christian Vilela Pereira e bruno nobru.

DOWNLOAD THE FULL ALBUM HERE.

Contato/Contact George Christian:

gcvpereira@yahoo.com.br

http://georgechristian.bandcamp.com

http://soundcloud.com/georgechristian

http://www.myspace.com/georgechristianmusic

Textos por George Christian/Texts by George Christian:

“Some Instrumental Pieces for Guitar & Other Instruments” é um álbum que tenciona dois objetivos: primeiro, o de ser uma compilação de trabalhos instrumentais feitos por mim entre os anos de 2010 e 2011, nessas gravações esporádicas, mas de muita intensidade; segundo, o de ser o meu verdadeiro primeiro álbum lançado por um selo virtual brasileiro, a Boolean Records, após três álbuns lançados em selos estrangeiros, “Às Vezes Sempre” (Stomoxine Records, 2010), “Prelúdio Tardio” (Deep White Sound, 2011), “Three Dimensions of Unrecognizement and Other Unknown Reaches” (Itsu Jitsu, 2011). É um dado particularmente importante para mim o fato de este ser o meu primeiro álbum totalmente brasileiro pois, além de ter um lançamento tanto nacional quanto internacional, ele traz elementos musicais que só poderiam ser, antes de mais nada, brasileiros em seu repertório – embora, em sua essência, minha música almeja a universalidade.É simbolicamente um recomeço musical, pois começa de onde o meu primeiro álbum começou: o meu violão. A foto da capa foi tirada no mesmo dia da foto que ilustrou “Às Vezes Sempre”. Os ouvintes que acompanham o meu trabalho desde os meus inícios poderão notar o amadurecimento técnico também, tanto na gravação quanto no empenho instrumental. Sua música é um misto de improvisação e composição convivendo na mesma peça – e no fundo, tudo é meio para se fazer música. As peças foram cuidadosamente pensadas para que a criatividade espontânea estivesse sobre balizas de solidez de propósitos composicionais. E as peças para violão utilizam afinações diferentes umas das outras, que dão ao álbum um sabor distinto em sua inteireza.

É um álbum também especialmente brasileiro por contar com a participação do músico paulista Bruno Carrasco (bruno nobru). E ele colabora comigo em duas peças: “se fazendo em corpo” (cuja ideia original é dele) e “noites telegráficas” (criação original minha). São dois amálgamas distintos. Bruno trouxe consigo sua extensiva experiência com a música experimental em ambas as gravações, mas utilizando um instrumento marcadamente brasileiro: a viola caipira. Ela é tocada em sua simplicidade direta e sem muitos artifícios na primeira e ressoada por camadas de delay na segunda. São dois extremos distintos, e uma ponte importante para o álbum, da pura expressão à miríade de camadas acústicas.

Eu me sinto particularmente feliz de poder contar com parcerias brasileiras, mesmo que ambientadas em diferentes estados do país. Entretanto sou parte de um momento histórico em que ser brasileiro ou de qualquer outro país importa sob um determinado ângulo e não é de muita importância quando o assunto é fazer música – instrumental, sobretudo. Estamos numa condição política de mundialização. Alguns títulos destas peças musicais e o título deste álbum podem estar entre o inglês e o português – por forças de sonoridades de ambas as línguas -, mas todas elas carregam a marca do inefável sonoro como língua primordial. Este álbum traz a marca do descompromisso conceitual desde o seu título, que quer remeter a seu próprio conjunto musical. Mesmo que a sonoridade geral traga a mestiçagem sonora e a assimilação de informações estrangeiras em cada peça, engendradas de modo espontâneo e sem compromissos semióticos de ordem mais forçosamente construída, sua condição final é a da anarquia cigana e a da liberdade pássara; a de ser do mundo mais prioritariamente do que a de ser pátrio ou mátrio. Enfim, eis o convite para que o ouvinte se aventure nestas humildes peças.

Some Instrumental Pieces for Guitar & Other Instruments” is an album that intends two aims: first, to be a compilation of instrumental works I made between the years 2010 and 2011, in these sporadic recordings (but with a lot of intensity) and second, to be my very first album released by a Brazilian net-label, Boolean Records, after three albums released on foreign labels, “Às Vezes Sempre” (Stomoxine Records, 2010), “Prelúdio Tardio” (Deep White Sound, 2011) , “Three Dimensions of Unrecognizement and Other Unknown Reaches” (Itsu Jitsu, 2011). It is particularly important to me given the fact that this is my first album totally Brazilian, because it is a (inter)national release and it has elements of music that could only be, first of all, Brazilians in its repertoire – although, in the essence, my music aims at universality.

It is symbolically a new musical beginning. It begins where the first album started: my guitar. The cover photo was taken on the same day of the photo that illustrated “Às Vezes Sempre”. Listeners who follow my work since my early days also will notice the technical maturity, both in recording and instrumental execution in the effort. The album’s music is a mix of improvisation and composition coexisting in the same room – and, at the bottom, everything is a means to make music. The pieces were carefully designed so that the spontaneous creativity was under beacons of purpose in its compositional strength. And the guitar pieces use tunings different from each other, giving a distinct flavor to the album in its entirety.

It’s an album especially Brazilian also because of the participation of the São Paulo’s musician Bruno Carrasco (bruno nobru). And he works with me in two numbers: “se fazendo em corpo” (“making itself into body”, whose original idea is his) and “noites telegráficas” (“telegraphic nights”, my original creation). They are two different amalgams. Bruno brought his extensive experience with experimental music in both recordings, but using a distinctly Brazilian instrument: the viola caipira. It is played in its simplicity and straightforward sound, without many devices, in the first number and resonates with layers of delay in the second one. They are two different extremes, and an important bridge for the album, from pure expression to the myriad of acoustic layers.

I am particularly happy to have partnerships in Brazil, even though set in different states of the country. I’m part of a historical moment in which being Brazilian or from any other country matters under a certain degree and it is very important when it comes to making music – instrumental, mostly. We are in a condition of political globalization. Some of these pieces’ titles and the title of this album may be between the English and Portuguese – because of the sound forces of both languages ​​- but they all bear the mark of the ineffable sound as a primary language. This album bears the mark of conceptual disengagement from its title, which infer to its own set. Even though the overall sound brings the sound mixing and assimilation of foreign information on each piece, so spontaneously created and conceived without any forcing semiotic compromise of a more constructed order, its final condition of gipsy anarchy and bird’s liberty; being of the world than being patriotic. Anyway, here is a invitation for the listener to venture in these humble pieces.

*****
01 “Nightly Warmth”:
Uma composição instrumental parcialmente improvisada que fiz em novembro de 2010. ”Nightly Warmth” é a minha tentativa de diálogo entre as tradições da música barroca e renascentista com as do blues e do jazz numa harmonia particularmente cromática. Foi orginalmente tocada ao violão de aço eletrificado, com uma afinação em Dm11 (D G D F G D), mais um capotraste na sétima casa. Foi particularmente pelas maneiras que John Dowland, J. S. Bach, Villa-Lobos e Luiz Bonfá desenvolveram uma sensibilidade introspectiva e melancólica em suas músicas.
An instrumental (partially improvised) composition for electric guitar that I made in November, 2010. “Nightly Warmth” is my attempt of dialog between the Renaissance and Baroque music with jazz and blues traditions in a particularly chromatic harmony. It was originally played with the guitar with special tuning, D G D F G D, plus a capo in the 7th fret. It was particularly influenced by John Dowland, J. S. Bach, Villa-Lobos and Luiz Bonfá ways to develop a melancholic and introspective sensibility in their music.

02 “Arabic Tinges”:
À princípio, uma improvisação que acabou se consolidando autonomamente como uma composição, “Arabic Tinges” foi gravada espontaneamente em 25 de junho de 2011. Nela desenvolvo uma livre abordagem sobre as escalas orientais (árabes, sobretudo), a partir das inflexões do blues, com uma série de modulações no violão tocado com slide, cuja afinação está em Ebm11 (Eb Ab Eb Ab Eb Gb).
At first, an acoustic slide guitar improvisation that went to be autonomously built as a composition, “Arabic Tinges” was spontaneously recorded in June 25, 2011. Here I develop an open approach on the eastern ranges (arabic, specially), from blues inflexions, with a series of modulations on the guitar played with slide, which is in Ebm11 tuning (Eb Ab Eb Ab Eb Gb).

03 “Se Fazendo em Corpo”:
Essa peça surgiu a partir de uma motivação minha e de bruno nobru de constituirmos uma parceria musical que poderia resultar num álbum. A ideia de bruno me estimulou: a de que cada um de nós enviássemos uma ideia a ser trabalhada por improvisos a serem replicados mutuamente. “se fazendo em corpo” foi em parte resultado disso: bruno tocou sua viola caipira de forma nitidamente espontânea, numa harmonia em ré maior, e eu trouxe o meu violão slide (afinação: D A D G A D, acorde de D11). O resultado foi um outro encontro entre o oriente e o ocidente, a partir de uma contemplação a uma vida rural, por meio de uma sonoridade purista.
This piece came from my motivation and bruno nobru’s to form a musical partnership that would result in an album. The bruno’s idea excited me: that each of us to send an idea to be worked by improvisation to replicate each other. ”se fazendo em corpo” was in part a result: Bruno played his viola caipira so clearly spontaneous, a harmony in D major, and I brought my slide guitar (tuning: DADGAD, D11 chord). The result was a another meeting between east and west, from a contemplation of a rural life, through a purist sound.
04 “Noites Telegráficas”:
bruno nobru está aqui novamente neste número, tocando sua viola caipira com efeitos de delay a partir de uma gravação original minha, em que toco meu violão afinado em D9 (D A D A D E), com o capotraste na segunda casa e um microfone de contato para a geração de microfonias na ambiência da peça. Foi uma gravação dificultosa, pois seu desempenho necessitava muito mais de algo que requisitava muito mais uma composição de ambiências para uma imagem sonora do que de ressaltamento de desempenhos individuais. Felizmente, o resultado complementado por bruno entendeu bem essa evocação, replicando a composição no que nela há de nostálgica, surrealista e notívaga num sentimento de verão.
bruno nobru is here again in this number, playing his viola caipira with delay effects from an original recording of mine, in which I played my guitar tuned in D9 chord (D A D A D E), with the capo at the second fret, and a contact microphone to generate feedbacks for the noisy ambience of the piece. A difficult recording, because his performance needed more something that demanded much more ambiance to a composition of a sound image than to emphasize the individual performances. Fortunately, the result complemented by bruno got it right in this evocation, replicating the composition in its nostalgia, surrealism in a nocturnal summer feeling.

05 “Wanderlust”:
“Wanderlust” é uma peça livremente improvisada a princípio, mas foi baseada numa ideia já composta. A afinação do violão é o acorde de D11 (DADGAD) também tocada com slide, em revezamento com os acordes percutidos pelos dedos da mão esquerda. Os eventuais obstáculos de viagem e de caminhada foram incorporadas dentro da peça em sua totalidade para um senso aberto de forma e direção. As liberdades que tomei foram para me liberar e também o ouvinte. Pode parecer um processo destrutivo, mas a peça quer carregar um desejo de sobrevivência e, ao final, ela reafirma sua fé.
“Wanderlust” is a loosely improvised piece at first, but based upon an already scored idea. The guitar tuning is DADGAD (D11 chord), played also with slide bottleneck. The eventual obstacles on travelling and wandering were incorporated into the overall piece for an open sense of form and direction. The liberties I took were for to liberate myself and the listener too… it may sound a destructive proccess, but the piece wants to carry a willingness of surviving and ends up reaffirming its faith.

06 “Pássaros na Minha Garganta”:
Para duas flautas, um digeridoo feito de tubo PVC e uma gaita diatônica. Toquei todos eles. Para entender qual é o objetivo aqui nesta composição, a intenção era de estabelecer um diálogo alegórico, ritualístico e espiritual entre as diferentes culturas através de instrumentos de sopro, e para o risco de um plurimodalismo em instrumentos de contraponto, trabalhando com múltiplos tons e explorar várias nuances em um assalto sonoro, entre a calma e a catarse pura. O objetivo é o de trazer sons muito primordiais em nosso território musical contemporâneo, mas não ser “world music” ou algo do tipo. É uma peça que também não quer colocar barreiras nas entrelinhas o que é acadêmico, erudito ou popular, embora não deixe de existir uma tensão religiosa profunda e telúrica. O digeridoo dos aborígenes australianos (feito aqui no Brasil) procura ser quase como um basso ostinato, agindo para convidar uma escuta profunda neste ritual, em que há também uma flauta inglesa (também fabricada no Brasil), com fraseados que colocam as demonstrações mais melodicamente barrocas na peça), uma flauta doce do Japão (livremente gritando como trinados pássaros e fraseado quase atonal) e uma gaita diatônica – feita na China – (atuando como um terceiro instrumento de contraponto, entre o deliberadamente livre em registros agudos e fraseados melódicos). Todos os instrumentos foram fabricados longe de seus territórios originais de criação. Ao tocar estes instrumentos, eu pretendia explorar seus limites e unificar suas origens também desterritorializadas.”Pássaros na Minha Garganta” não tenta ter uma estrutura mais construída, devido à sua natureza de improviso, embora isso soa como um arabesco complexo em sua tentativa de entrelaçamento sons de forma ornamental. Eu encontrei inspiração depois de conhecer o trance modal dos Master Musicians of Jajouka, a universalidade de Teiji Ito e o diálogo de Villa-Lobos entre os sons das florestas brasileiras e linguagem barroca. A coisa mais ousada nesta composição, eu acho, é o tingimento de uma técnica espectralista no trato indiferenciado nos microtons, como parte de um continuum.”Pássaros na Minha Garganta” pode até lembrar o som de Horatiu Radulescu, mas não concordo com a comparação e acho que o único ponto de contato com esta peça tem com Radulescu é a combinação bizarra de instrumentos. E para a minha abordagem de composição, “Pássaros na garganta” é uma nova fronteira.
For two flutes, a PVC-tube digeridoo and a diatonic harmonica. I played them all. To understand what’s the purpose here in this composition, the intention was of estabilishing an allegorical, ritualistic and spiritual dialog (or trills) between different cultures through wind instruments, and to risk a plurimodality in contrapuntal instruments, working with multiple tones and exploring various nuances in a sonic assault, between calmness and pure catharsis. The purpose is to bring the very primordial sounds into our contemporary musical territory, but not being “world music” or something like that. It also doesn’t want to put barriers in-between what’s academic, erudite or popular, although there’s a deep religious and telluric strain. The aboriginal Australian digeridoo (a PVC-made one here in Brazil) seeks to be almost like a basso ostinato, acting to invite a deep listening in this ritual, in which there are also an English flute (also made in Brazil, with phrasings that put the most baroque melodic statements in the piece), an alto recorder from Japan (freely screaming like bird trill and phrasing almost atonal), a diatonic blues harmonica – made in China – (acting as a third contrapuntal instrument, in between deliberate free in high pitches and melodic phrasings). All the instruments are dislocated and fabricated far from their original territory. In playing these instruments, I intended to explore their limits and unify their deterritorialized origins as well. “Birds in My Throat” doesn’t attempt to have a more constructed structure, due to its improvisational nature, although it sounds like a complex arabesque in its attempt of interlacing sounds in an ornamental manner. I’ve found inspiration after learning from the modal trance-sound of Master Musicians of Jajouka, Teiji Ito’s universality and Villa-lobos’s dialog between sounds of Brazilian forests and Baroque idiom. The most daring thing in this composition, I think, is that it’s tinged by a spectralist technique of having an indifferential manner of treating microtones, as part of a continuum. “Birds in My Throat” may remind Horatiu Radulescu’s sound, but I disagree with that and think that the only point of contact this piece has with Radulescu is the bizarre combination of instruments. And for my compositional approach, “Birds in My Throat” is a new fronteer.


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About Boolean Records, releases and submitting: http://booleanrecords.com
http://twitter.com/booleanrecords/



This audio is part of the collection: Boolean Records
It also belongs to collection: Netlabels

Artist/Composer: George Christian Vilela Pereira
Keywords: aleatory music; bahia; blues; brasil; brazil; classical; clássico; composition; contact microphone; experimental; free; free improv; george christian; improv; improvisation; instant composition; instrumental; microfone de contato; music; música; noise; popular; ruído; salvador; são paulo; solo; spontaneous composition; viola caipira;

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Nightly Warmth 12.9 MB 
Arabic Tinges 14.9 MB 
Se Fazendo em Corpo 12.0 MB 
Noites Telegráficas 15.3 MB 
Wanderlust 15.5 MB 
Pássaros na Minha Garganta 15.5 MB 
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